PM DO PARÁ EM GREVE

Movimento grevista aguarda resposta do governo


Movimento grevista aguarda resposta do governo (Foto: Jaime Souzza)
http://www.diarioonline.com.br(O trânsito na avenida Nazaré, em frente ao CIG, está interditado (Foto: Jaime Souzza)
Uma comissão de policiais militares e bombeiros foi recebida, no final da manhã de hoje (19), pela chefe da Casa Civil, Sônia Feio, e pelo secretário de Segurança Pública, Luiz Fernandes Rocha, para uma negociação que poderá encerrar ou não a greve iniciada ontem (18), após assembleia da categoria.
O Comandante Geral do Corpo de Bombeiros do Pará, Coronel BM Donato e a secretária de Estado de Administração, Alice Monteiro, também compareceram à reunião.
Por volta de 13h45 o Governo fez uma pausa para avaliar a contraproposta da comissão. A negociação está sendo feita a portas fechadas e a imprensa ainda não teve acesso à contraproposta feita pelos militares.
Os manifestantes foram atendidos após realizar protesto em frente ao Centro Integrado de Governo (CIG), na avenida Nazaré, entre Quintino Bocaiúva e Generalíssimo Deodoro. O local continua interditado. (DOL)


PMs e bombeiros em greve


Mesmo com a decisão tomada em assembleia geral, realizada ontem à noite, de transferir para a manhã de hoje a deliberação sobre uma possível greve da categoria, policiais militares e bombeiros iniciaram por conta própria uma paralisação em diversos pontos da cidade.
O movimento começou logo depois da assembleia, realizada em frente à Associação dos Policiais Militares da Reserva (Aspomire), na avenida Pedro Miranda, na Pedreira, que reuniu centenas de policiais e bombeiros.
Na Base da Polícia Militar do Tucunduba, onde ficam localizadas os comandos da 24ª, 11ª e 4ª ZPols, pelo menos seis veículos de ronda interativa estavam parados. Segundo os policiais, só seriam atendidos os casos de extrema gravidade.
No Quartel do Comando de Operações Especiais, de onde saem os homens e veículos da tropa de choque, canil e cavalaria, na avenida Alcindo Cacela, na Cremação, nenhum veículo estava sendo liberado. Os policiais colocaram cavaletes fechando a entrada do quartel e cruzaram os braços. Segundo os policiais, equipes da Força Nacional de Segurança já estavam sendo acionadas, ontem à noite.
Na frente da Seccional de São Brás pelo menos oito viaturas da ronda interativa estavam paradas, mas os policiais se dispersaram rapidamente com a chegada da equipe do DIÁRIO.
Segundo informações dos policiais, também já estavam parados o 6º Batalhão de Ananindeua, a 25ª ZPol de Benevides e o 21º Batalhão de Marituba. A decisão sobre a greve só deveria ser tomada no final de uma nova rodada de negociações marcada pelo governo para as 9h de hoje, no Centro Integrado do Governo (CIG), na avenida Nazaré.
Em princípio, a categoria não aprova a proposta que o governo apresentou em reunião realizada, anteontem, de um aumento de 14,13% somente para os praças, deixando de fora os oficiais. Eles querem uma proposta só para todos. Segundo o supervisor técnico do Dieese-PA, Roberto Sena, que assessora a categoria, a proposta “tem que ser unificada de soldado a coronel. Politicamente não dá para pensar numa proposta que não abranja a todos”.
A categoria quer 100% de reajuste no soldo para repor perdas de 65%, desde 1995, segundo o Dieese. Outras reivindicações como o pagamento do adicional de interiorização, o aumento da gratificação de risco de vida de 50% para 100%, o aumento de 100% do auxílio moradia e creche e o fardamento no contracheque foram reivindicações que ficaram de ser analisadas depois de março. Os policiais também exigem coletes à prova de bala e melhorias nos alojamentos.
“O governo pagou para ver, eles não acreditavam que seríamos capazes de uma mobilização tão grande na capital e no interior”, afirmou o sargento Aelton Costa, um dos integrantes da coordenação do movimento. Segundo Jeoas Santos, da Associação Nacional dos Praças, o salário dos militares paraenses “é o 23º do país e o pior das regiões Norte e Nordeste”.
A categoria considerou como uma vitória a promessa do governo de publicar, amanhã, um decreto instituindo uma comissão de negociação salarial permanente para os policiais e bombeiros militares. O aumento proposto pelo governo somente aos praças elevaria os salários dos soldados em mais R$ 539.
NA ROÇA
“Se com a polícia nas ruas a gente já se sente inseguro, imagina agora com a greve... Estamos na roça”, disse, preocupado, o vendedor de lanches Divino dos Reis, 38, que trabalha no Paar, em Ananindeua, Região Metropolitana de Belém. No início da madrugada de hoje, policiais militares da 7ª Zona de Policiamento que cobrem a região do Paar entraram em greve e 15 viaturas estavam paradas na garagem da ZPol.
Um mototaxista, que não quis se identificar, contou que os assaltos iriam aumentar com a greve dos policiais. “Com a polícia, já é perigoso: há assaltos, homicídios, entre outras coisas. Agora sem a polícia na rua, vai piorar tudo de vez”, falou.
“Nós damos todo o nosso sangue, mas não somos respeitados. E ainda fomos ameaçados pelo comandante geral (coronel Daniel Borges Mendes) que falou que quem acatasse a greve, iria sofrer represálias depois que a gente voltasse para as ruas. Consequências estas que são transferências, dentre outras coisas”, disse um policial, que preferiu não se identificar.
Segundo o tenente-coronel PM Campos, “oito viaturas saíram da garagem para realizar rondas pela área de Ananindeua”. No município de Marituba, policiais do 21º B.P.M. também estavam parados e todas as viaturas recolhidas.
PM/PA terá o 8º maior salário do país
A Secretaria de Estado de Segurança Pública informou no final da noite de ontem que os batalhões da Polícia Militar sediados em Ananindeua, Marituba e Icoaraci estavam paralisados pela greve dos militares. O próprio secretário Luiz Fernandes Rocha mantinha contatos com os comandos desses batalhões, recebendo informações detalhadas sobre a paralisação.
Em nota oficial, a Secretaria de Segurança observou que, diante das reivindicações dos policiais militares, apresentou proposta de reajuste que eleva os salários dos soldados para R$ 2.128,80. “Com o reajuste, as tropas paraenses passarão a ter o oitavo maior salário pago a policiais militares no Brasil”, destaca.
Os policiais militares em greve estão ocupando os quartéis e as ZPol. Essa disposição foi manifestada pelo comando da greve a fim de não configurar abandono de posto. Com isso, os grevistas tentam evitar ser expulsos da corporação, como ocorreu em 1986 com cerca de 200 militares afastados de suas funções após greve durante o governo Hélio Gueiros.
Segundo a assessoria da Polícia, o secretário avalia com tranqüilidade a situação, não acreditando que o movimento se alastre pelos demais batalhões e nem comprometa a segurança pública em Belém. Fernandes considera que a disposição do governo em negociar com os militares não permitirá que a greve se amplie pelo Estado.
Além de acompanhar a greve parcial em contato permanente com o comandante da Polícia Militar, Daniel Mendes, Fernandes entrou em contato com o comando da Guarda Municipal, que disponibilizou todo o seu contingente para a segurança da
capital.
O mesmo ficou acertado com a Guarda Municipal de Ananindeua e a Polícia Rodoviária Federal. O delegado geral Nilton Athayde e o comandante do Policiamento da Capital, Hilton Benigno, saíram às ruas para monitorar a situação nos bairros.
O Ciop manteve seu funcionamento normal, bem como as tropas de missões especiais (Rotam, Choque, COE, Canil e Cavalaria) foram acionadas para fazer o policiamento nas ruas a partir das 22h de ontem.
Segundo a assessoria da Segup, o comando nacional da greve dos policiais participou das reuniões com autoridades do governo e teria destacado a boa vontade demonstrada pelo governo do Pará em negociar.
Nos bastidores, porém, a informação é de que o comando nacional estaria orientando os grevistas, a fim de evitar erros cometidos nas paralisações em outros Estados. Durante o dia, a mobilização para a greve foi organizada através de mensagens de SMS pelos telefones celulares e via redes sociais (Twitter, Facebook, Orkut). (Diário do Pará)
NOTA OFICIAL
Com relação às negociações para o reajuste salarial dos policiais e bombeiros militares, a Secretaria de Estado de Segurança Pública informou, em nota oficial, que “Dentro do limite que é possível oferecer sem ferir a Lei de Responsabilidade Fiscal, o Governo do Estado apresentou proposta de reajuste que eleva os salários dos soldados para R$ 2.128,80. Com o reajuste, as tropas paraenses passarão a ter o oitavo maior salário pago a policiais militares no Brasil”. A seguir, diz a nota, que “há uma clara disposição do governo em negociar com os militares por reconhecer a importância e a responsabilidade do trabalho desempenhado por estes servidores”. Por outro lado, diz ainda o documento, “apenas os batalhões de Icoaraci (10º), Marituba (21º) e Ananideua (6º) decidiram manter a paralisação de advertência, mesmo após a decisão tomada em assembleia de manter-se apenas em estado de greve até nova negociação”. Em dois batalhões, os de Icoaraci e Marituba, a paralisação já acabou, segundo a nota: “Durou poucas horas e o trabalho começou a ser retomado por volta de meia-noite”.
Em outro momento, segundo a Segup, “para evitar descontinuidade de policiamento e manter a segurança dos cidadãos nas áreas onde houve paralisação, a Polícia Civil foi deslocada para as ruas, junto com as Tropas de Missões Especiais da PM e com dez viaturas do Conselho de Segurança Pública do Meio Norte (Conen)”. Por fim, a Segup diz que “o Delegado Geral de Polícia Civil, Nilton Atayde, o Delegado Geral Adjunto, Riomar Firmino, o Comandante geral da Polícia Militar, coronel Daniel Borges Mendes e todost os comandantes de batalhões da Região Metropolitana de Belém também estão nas ruas para assegurar a tranquilidade da população”.

Fonte: http://www.diarioonline.com.br
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10 comentários

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Anônimo
admin
19 de janeiro de 2012 13:49 ×

TOMARÁ QUE NO PARÁ ELES TENHAM MAIS SORTE DO QUE NO MARANHÃO POIS NOSSA GREVE FOI A MAIS FRACA DE TODAS AS PMS QUE JA ENTRARAM FICOU PIOR DO QUE TAVA ANTES AI TE PERGUNTO ADIANTOU ALGUMA COISA?
SD PM FLAUDIZIO

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Anônimo
admin
19 de janeiro de 2012 15:26 ×

o governo do pará, acha que a policia militar só é formada por soldados,quer passar o salário do sd. pm.para 2.128.80.tudo bem.a pergunta é.as outras patentes como fica,se os reajustes só vem abrangendo os soldados. os sargento e sub- tenentes estão exercendo função de oficiais com uma resposabilidade que não e deles(interativo) e sim de oficial subalternos( 1° e 2° tenente) e,não recebem as vantagens da função conforme lei de remuneração da policia militar do pará(,art.9° da lei 4.491,de 28 de novembro de 1973-doe n° 22.665,de 04/12/73.) obs; todo trabalhador Brasileiro tem direito a greve.o policial militar tambem tem que ter esse direito,afinal são homens e mulheres que dedicando sua vida para o bem estar de uma sociedade sem violencia.

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vereadora vanda
admin
19 de janeiro de 2012 15:39 ×

a greve deve continuar ate o governo pagar um salario digno para os policias militares

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Anônimo
admin
19 de janeiro de 2012 15:40 ×

se não for dessa forma os policiais militares do Pará e do Brasil,exeto DF.NUNCA SERÃO OUVIDOS!ate juiz tem direito de grevar ,porque não os policias militares.

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vereadora vanda de anapú
admin
19 de janeiro de 2012 15:44 ×

sou de total apoio a greve dos pilcias mitares pós e o pior sálario al meu ponto de vista pois os mesmos tem familias para sustetanlas...corre risco de vida para salva as vidas dos outros por esse sálario mizeravel.

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19 de janeiro de 2012 17:06 ×

Companheio Flaudizio, você diz que nossa greve foi a pior de todas, creio que o amigo está equivocado, pois se faz necessário entender que nossa luta não está resumido apenas na questão salarial o estudo que foi feito pelo economista detectou as perdas de 2009 a 2011 em 30%, entenda nós não pedimos aumento salarial apenas reajuste salarial, no acordo conseguimos mais 24% parcelado em 3 anos, isso somente as perdas salarias dos anos supracitados. O martelo já foi batido pela Assembléia Legislativa e está publicado no diário oficial. Só para esclarecer o amigo, por mais de 10 anos a Assembléia Legislativa não alterava uma virgula do orçamento, porém nós conseguimos força o parlamento e o governo à alterar o orçamento. Outras conquistas foram o Código de ética, lei de promoção e jornada de trabalho que será elaborado pelas entidades militares. Portanto companheiro essas mudanças foram significativas para os militares do Maranhão, fizemos talvez o que nenhuma polícia havia feito, desestabilizamos os três poderes constituídos, causamos uma crise no executivo e legislativo, abalamos as estruturas do governo, reunimos inimigos históricos da polícia, atraímos todos os grupos de oposição para o nosso lado, em fim mudamos uma tradição de mais de 170 anos de história, a PMMA já não é a mesma, claro que as mudanças irão acontecer de forma lenta, todavia alguns resultados já podem ser vistos, companheiro a luta não terminou isso foi apenas o começo de muitas conquistas, temos ainda muito mais como o escalonamento, adicional noturno, insalubridade e muito mais, não entenda o movimento grevista como o fim, é apenas o começo de muitas conquistas, não olhe apenas para a questão salarial no entanto veja o grande passo que foi dado em prol de uma polícia mais justa e igualitária para todos, essa é nossa luta, um abraço e reavalie sua posição. Você pergunta se adiantou alguma coisa? posso lhe assegurar que só em nós nos mobilizarmos dessa forma já compensou toda nossa luta, nem que não tivéssemos ganho nada, a grandeza do movimento pagaria todos os esforços.

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Anônimo
admin
20 de janeiro de 2012 04:01 ×

VC ESTA CORRETO EBENILSON,SEM FALAR NO FATO DE QUE NÓS SERVIMOS DE INSPIRAÇAO PARA OUTROS ESTADOS ,COMO CEARÁ E PARÁ SE ENCORAJACEM E ENTRAR EM GREVE.NÓS ERAMOS O ESTADO MAIS AMORDAÇADO QUE EXISTIA E HJ SOMOS LIVRES.VIMOS GRANDES CONTRADIÇOES ACONTECEREM NA NOSSA GREVE,HOMENS QUE SE APRESENTAVAM COMO GRANDES GUERREIROS SE MOSTRARAM OS FRACOS QUE SAO ,E OUTROS TIDOS COMO LEZEIRAS MOSTRARAM QUE O GUERREIRO TEM QUE SER E NAO PARECER .PARABENS AMIGOS PARAENSES.

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Anônimo
admin
20 de janeiro de 2012 05:54 ×

FAMILIAR E EXCEDENTE MILITAR .

GREVE DA PM DO PARÁ : GOVERNO AUMENTA A PROPOSTA APÓS NEGATIVA DE APENAS 14 % .


OS LIDERES MILITARES DO PARÁ ALEGARAM QUE 14 % DE REAJUSTE É APENAS A REPOSIÇÃO DO SALÁRIO MÍNIMO , BEM COMO REPASSE DOS CUSTOS MÍNIMOS NO ANO PASSADO .RESUMINDO : SE O REAJUSTE DO SALÁRIO MÍNIMO PARA 2012 FOI DE 14 % ; QUALQUER ÍNDICE PRÓXIMO A ESSE VALOR NÃO REPÕE NADA ;E SE FOR ABAIXO DISSO , A CATEGORIA ESTARÁ SENDO GRAVEMENTE LESADA .

APÓS A NEGATIVA DESSE BAIXO ÍNDICE O GOVERNO FEZ OUTRA PROPOSTA , MAS AGORA COM 18 A 26 % DE REAJUSTE NOS SALÁRIO BASE , E DE 30 A 70 % NAS GRATIFICAÇÕES , ALÉM DE UMA JORNADA DE 40 h , PRAZOS PARA CUMPRIMENTO DOS ITENS DO ACORDO E ETC...

VOLTANDO A NOSSA CAPITANIA HEREDITÁRIA , É HUMILHANTE VERMOS NOSSOS VIZINHOS QUE NUNCA TIVERAM UMA GAMA DE REPRESENTANTES POR TANTO TEMPO NAS MÁXIMAS ESFERAS DO PODER DO NOSSO PAÍS - ISSO SEM FALAR EM NOSSAS GRANDES RIQUEZAS NATURAIS - OBSERVEM : TEMOS UM EX PRESIDENTE DA REPUBLICA QUE HÁ 30 ANOS DOMINA A POLITICA NACIONAL E A 50 ANOS A REGIONAL ;DOIS MINISTROS DE ESTADO , VÁRIOS DEPUTADOS E SENADORES QUE TEM O CONGRESSO E A ASSEMBLEIA COMO MORADIA VITALÍCIA ...MESMO COM TUDO ISSO ESTAMOS PRESENCIANDO ( TOCANTINS , PIAUÍ , PARÁ ) NOS ULTRAPASSANDO EM VÁRIOS DIREITOS E GARANTIAS . A OLIGARQUIA QUE NOS DOMINA TEM O DOBRO DA IDADE DO JOVEM ESTADO DO TOCANTINS.

UMA DE NOSSAS SALVAÇÕES SERÁ A APLICAÇÃO URGENTE DO ESCALONAMENTO VERTICAL ( MAIS AS PROMOÇÕES ATRASADAS ) INDEPENDENTE DO ANDAMENTO DAS AÇÕES ... O MÍNIMO QUE A SINHAZINHA E SEUS SEGUIDORES PODEM FAZER É SE ANTECIPAREM , E NÃO FICAR SOMENTE AGUARDANDO AS ORDENS DAS DECISÕES JUDICIAIS .

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Anônimo
admin
21 de janeiro de 2012 05:46 ×

Nimguém têm a tabela do reajuste para SD,CB,SGT e Sub Ten.?

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ST PMMA
admin
22 de janeiro de 2012 08:45 ×

Isso que é governo! Aqui no Maranhão, tem uma menina mimada e birrenta, que quis medir força com os manifestantes (Policiais e Bombeiros Militares), mais no final sai desmoralizada, pois nós tínhamos o apoio da sociedade Maranhense. Parabéns PMPA e Governo do Pará, pela forma que se comportaram durante o movimento paredista.

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